Memórias de Moleskine – 17-12-2009

17/12/2009

Acordei, café, cama, centro, neve.

Agora to no Dampkring, peguei c/ o amigo um NYC Diesel (high) e um Jack Herer (stoned). Acabei de tomar um pedacinho da trufa, Golden Teacher.

Vamos ver. *.*)

–||–

com essa viagem consegui achar o ponto das histórias

Após o filme, me sinto bem.

Estou vivo!

–||–

Bom, após o vaporizador fui andando pro Hostel. Antes tive uma má impressão aqui. Estou fazendo o estilo “mendigo”. Não comprei roupas novas paa o frio, então tenho usado um mix de tudo… Moleton cinza, uma jaqueta mais ou menos de motoqueiro, um cachecol azul e uma toca azul e amarela da quicksilver.

Então, após o caporizador decidi que poderia comer em algum lugar legal, disposto a pagar até uns 20 euros. Resolvi passar em um Hard Rock Cafe q tem aqui perto do hostel. Cheguei e fui mal atendido pela menina da porta.

Pedi uma mesa e ela me mandou lá embaixo, pro bar. Um cara passou por mim, viu minha cara de cú e perguntou meu problema. Falei que queria uma mesa. Ele subiu e após alguns minutos me chamou de volta e disse que a menina lá da frente ia me mostrar outro lugar. Sorrisinho mais falso do mundo, ela me botou num lugar horrível, no meio do caminho.

Começou a tirar tudo da mesa, deixou apenas pra um. Tudo bem, mas não precisava ser DAQUELE jeito, com aquela cara. Fiquei 2 segundos na mesa e resolvi sair. Fui prum Mc aqui perto, sabendo q pelo menos lá não iam me encher. Comi e voltei pro hostel. O Michael estava lá, com um casal de brasileiros. Eles iam tomar um MD. Embarquei nessa, fiquei acordado até umas 4 e fui dormir.

No dia seguinte, ontem, quinta-feira, (apesar de ser sobre o dia 17, escrevi só no dia 18, sexta.) acordei, tomei café e voltei pra cama.

Qse à uma, o Michael passou no quarto, me arrumei e saímos. Fomos até a estação central, pq ele precisava ir numa loja lá. Na volta procuramos cogumelos. Achamos um lugar que vendia trufas.

Escolhi uma que era razoavelmente forte e com um nome interessante: Golden Teacher! E não poderia ser melhor!!

Pegamos as trufas e rumamos ao cinema. Acabamos achando um maravilhoso, em que o interior era de um teatro ou algo assim. Muito show mesmo. (olha a frente dele q tesão)

Compramos os tickets e rumamos ao coffee shop. Chegamos e pegamos 2 tipos, NYC Diesel e Jack Herer. Fumamos a Jack, tomamos as trufas, fumamos a NYC Diesel e rumamos pro cinema pra ver Avatar em 3D (sim, foi bem no dia da estréia).

Puta que pariu. Que filme bom, que mensagem fantástica. Saí do cinema leve, sabendo que naquele momento havia entrado em sincronia com algo, comigo mesmo. Eu não sou eu. Quando escrevo sou um espírito, um sentimento, um pensamento do planeta.

Já estudei várias religiões. Já pensei em várias soluções pra esse planeta. Mas eu, enquanto espírito, começarei a fazer algo, agora que já sei que rumo quero tomar. Quero ser feliz. Quero que meus filhos possam crescer com amor, carinho, respeito e dignidade.

Olhando para esse momento histórico, consigo me enxergar, olhar o momento de fora. As sociedades humanas têm que mudar. Esse vírus chamado “cidade” tem que acabar. Os mitos de *falsa* beleza também.

Status, glamour, fama, dinheiro. Nada disso traz felicidade pq nada disso deixa seu coração em paz. Não sei como será minha vida quando eu voltar pro Brasil. Não sei como vai ser com a Sílvia. Mas estou confiante. Acho que de alguma maneira nossa história está junta, pelo menos durante o momentum. O momentum das tribos indígenas, o agora.

Não sei se ficaremos juntos o resto de nossas vidas. Não quero saber. Novamente digo que a virgindade da Sí é algo interessante. Pq até hoje ela não fez nada? Será q ela está confiante em mim pq?? Acho que ela não é disso, mas fiquei preocupado quando ela disse que a virgindade dela era um fardo.

Acho interessante nossa relação e o filme Avatar. Eu tive que renascer, nascer a minha segunda vez por aqui. Não sei se esse dia já passou ou está a chegar, mas acho que estou próximo.

Eu queria dizer mais às pessoas. Poder passar o que vi, vivi, o q venci e com certeza o que perdi também. Belle Vertte, Zeitgeist, Kymatica. Eu queria ajudar mais pessoas.

Ajudá-las a se acharem, verem o que é melhor pra elas, perceberem que não é com um sorristo triste que se vive.

Quero viver com a criança que sorri dentro de mim para sempre.

Quando vim pra cá sentia que algo iria me tocar. Acredito que esse momento foi o ponto de contato entre as histórias. Nesse momento apenas deixo a caneta fluir sobre o papel.

Estou em paz!!

FIM DO DIA

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